Diga à Nintendo: Escravidão não é jogo

Nintendo: Escravidão Não é Jogo

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A Nintendo tem sido um líder no mundo do gaming, mas falhou miseravelmente sobre o problema dos “minerais de conflito” que são minerados com trabalho escravo e violência no Congo na África.

Grupos armados no Congo encurralam moradores de vilarejos com seu poderío bélico forçando adultos e crianças a escavar os minerais usados em equipamentos eletrônicos, que incluem seu telefone celular e seu console de videogame.

Enquanto outras grandes empresas como HP, Apple e Microsoft têm tomado medidas para tornar seus produtos livres de “conflitos”, a Nintendo acaba de se classificar em último lugar no setor com uma pontuação de zero em um relatório do grupo anti-genocídio, o Enough Project.

Diga à Nintendo: Escravidão Não é Jogo. Por favor, dê o primeiro passo no sentido de tornar seus produtos livres de ‘minerais de conflito’ minerados por escravos através de auditoria em sua cadeia de suprimentos e tornando a informação pública.

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Para Satoru Iwata, CEO da Nintendo:

A violência e escravidão associadas com a produção de minerais no Congo são devastadoras. Enquanto outras marcas líderes estão fazendo esforços para tornar seus produtos livre de 'minerais de conflito' minerado por escravos, estamos desapontados pela sua pontuação de zero na classificação recente de indústrias do Enough Project. Por favor, dê o primeiro passo no sentido de tornar seus produtos livres de 'minerais de conflito' minerados por escravos através de auditoria em sua cadeia de suprimentos.

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